Sou filha de professora, então o livro esteve
presente em minha vida desde muito cedo. Lembro-me da minha mãe presentear a mim
e minha irmã com cubos de madeira pintados com letras vermelhas e graças aos
cubos associava as palavras da TV com os mesmos e aprendi a ler com 5 anos.
Eu estudava no Jardim II de uma Escola de Educação
Infantil em Pirituba chamada “O Semeador”, após conversar com a pedagoga da
escola, minha optou por me matricular na 1ª série com 6 anos. Eu completaria 7
anos somente em Outubro.
Na escola onde fiz o Ensino Fundamental Colégio
Padre Giordano, tanto a professora Irene que me deu aula nas 2ª e 3ª séries com
a professora de Língua Portuguesa do Fundamental II, a professora Conceição,
diziam a seguinte frase: “Julho é férias para os professores, não para os
alunos” Porque a escola tinha o hábito de adotar 2 livros para que os alunos
lessem e resumissem durante o mês de julho e entregassem seus trabalhos no
primeiro dia letivo do mês de agosto. Estes livros são classificados como
Literatura Infanto Juvenil, livros da coleção Vaga-lume da Editora Ática como
(Um cadáver ouve rádio, O rapto do Garoto de Ouro, O caso da Borboleta Átiria)
além de A montanha Encantada, A árvore que dava dinheiro, Éramos seis.
Com estes livros despertei minha paixão pela
leitura, que me acompanha até hoje. Adoro livros, mas agora minha leitura são
livros voltados para a Matemática, acabei a leitura de A Rainha das Ciências de
Gilberto Garbi embora também leia Augusto Cury (Pais Brilhantes, Professores
Fascinantes), Dan Brown (Código da Vinci) , Anna Flora (A república dos
argonautas) e poetas como Paulo Leminski, Carlos Drummond.
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